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Inclusão no Ensino Superior é pauta no UBM

27.set.2018

Na imagem, estão as palestrantes do evento, membros do Núcleo de Acessibilidade e do corpo acadêmico do UBM e um egresso assistido pelo núcleo.
Qual o olhar inovador que as pessoas precisam ter para a inclusão? Para responder a essa e demais perguntas sobre acessibilidade na educação, o Núcleo de Acessibilidade do UBM – Centro Universitário de Barra Mansa – promoveu uma série de palestras em torno do tema “A Inclusão no Ensino Superior: um olhar inovador”.
 
As palestrantes trouxeram para discussão assuntos como altas habilidades/superdotação, com os relatos de Ana Luisa Bastos, professora e mãe de um aluno superdotado; Libras no Ensino Superior, com a professora Eliete Vasques, especialista em Libras Docência/ Tradução/ Interpretação e Educação Inclusiva; e a Inclusão e o Autismo, com Eliane Policiano, que é professora, mãe de autista e especialista em Psicopedagogia Clínica, Neuropsidopedagogia e Educação Inclusiva.
 
O evento contou também com depoimentos de alunos atendidos pelo Núcleo, como o recém-formado em Direito, Renato Oliveira, e o estudante do 8º período de Pedagogia, Maicon Cesar Damasceno (ambos deficientes visuais), e com a tradução de toda programação em Libras, com o intérprete do Núcleo, Josimar Fernandes.
 
Márcia Alves, supervisora do Núcleo de Acessibilidade, considera a abordagem dessa temática como fundamental, já que ter acesso ao ensino é um direito de todos. “O UBM tem 19 alunos com necessidades educacionais especiais e a nossa missão é orientar todos os alunos, professores e coordenadores para articular o convívio deles na instituição. O Núcleo oferece instrumentos para que eles tenham a mesma formação que os demais alunos, como uma prova adaptada, por exemplo, com o mesmo conteúdo, mas com perguntas adaptadas, para que eles compreendam”, explica. O Núcleo orienta, ainda, o aluno depois da formação, prestando uma assessoria para ajudá-lo a ingressar no mercado de trabalho.
 
Segundo a professora Ana Luisa Bastos, reconhecer que alguns estudantes precisam de uma atenção especial no processo de aprendizado já é um grande avanço. “Sou professora há quase 30 anos e já tive alunos com necessidades que eu não consegui diagnosticar, portanto eles não tiveram atendimento. Então, a importância da gente falar sobre isso é poder ajudar essas pessoas que precisam de um atendimento diferenciado”, pontua.
 
A professora Eliane Policiano chama a atenção também para o fato de que o primeiro aspecto em que se deve pensar é a aceitação do novo, sem estigmatizar ou rotular os alunos. “Todos aprendem. Cada um tem um jeito de aprender, mas todos são capazes”, destaca.
 
O Núcleo de Acessibilidade do UBM recebe qualquer aluno com deficiências (transtornos e síndromes), TDAH, dislexia, discalculia e outras, desde que apresentem laudo. O setor funciona dentro da Biblioteca, de segunda a sexta-feira, das 8h às 11h30 e das 13h às 21h, no campus Barra Mansa e, no campus Cicuta, às segundas e às quartas-feiras, das 13h às 19h.
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