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Qual é o perfil dos novos profissionais?

31.jul.2018

Na foto, um grupo de mulheres está trabalhando em conjunto em uma sala de reunião.

Nos últimos anos, diversas mudanças ocorreram, tanto na sociedade quanto no modo como as pessoas trabalham, principalmente com a influência da tecnologia e da internet. Com isso, o perfil profissional de 10 anos atrás já não é o mesmo que procura um espaço no mercado de trabalho hoje.

Há pouco tempo, eram analisadas competências técnicas, boa comunicação e bom relacionamento para liderar equipes. Hoje, o profissional procurado é aquele que apresente competências comportamentais e que somem ao grupo, otimizando e tornando eficaz o trabalho em conjunto, obtendo assim um comprometimento com os resultados organizacionais.

A especialização profissional, portanto, é uma necessidade. Ao acrescentar cursos de aperfeiçoamento e formações em nível superior, o currículo se torna mais atrativo e o profissional mais instruído, o que contribui para construir um perfil atual para o mercado. Atualmente, os profissionais são avaliados por competências, conceituadas assim: conhecimento (o saber), habilidades (saber fazer) e atitudes (saber ser). “Conhecimentos e habilidades todos podem desenvolver da mesma maneira, entretanto, atitude é inerente a cada pessoa. Atitude é o fator que traz o grande diferencial competitivo que as empresas estão necessitando, principalmente para o desenvolvimento do trabalho em equipe”, destaca a mestre em Administração e Desenvolvimento Empresarial, professora Leda Maria da Silva Senra Costa.

Ela, que integra o corpo docente dos cursos de Administração e Gestão em Recursos Humanos do UBM – Centro Universitário de Barra Mansa –, orienta os novos e futuros profissionais para que tenham consciência que a carreira é de responsabilidade deles próprios. “Dentro de sua área de atuação, é interessante ficar atento para onde o mercado aponta, em termos de inovação e adaptabilidade. A tendência é buscar o conhecimento para atuar na indústria 4.0, já que as empresas precisam se atualizar tecnologicamente e, para isso, precisam de pessoas qualificadas pra lidar com as máquinas”, considera.

A tendência do mercado de trabalho e o que se espera de seus novos integrantes é, portanto, o compartilhamento do capital intelectual, ou seja, o conjunto de conhecimentos e informações que cada profissional possui (inteligência, habilidade e conhecimentos humanos).

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