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Nutrição escolar também é aprendizado

16.jan.2018

O nutricionista é um integrante de valor nas equipes escolares, desempenhando um trabalho de cuidados com a saúde de todos
O desempenho escolar dos alunos depende de uma série de fatores, entre eles uma boa rotina de estudos e atividades interdisciplinares, por exemplo. Porém, há um elemento essencial que não está nas salas de aulas, mas que interfere diretamente no aprendizado: a nutrição escolar. Ações de educação alimentar e nutricionais e, claro, a oferta de refeições que supram as necessidades nutricionais durante o ano letivo contribuem para o rendimento dos alunos e também com a formação de práticas alimentares saudáveis.
 
Para isto, foi estabelecido o Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae), do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), com o intuito de auxiliar no crescimento e no desenvolvimento, em geral, incluindo a aprendizagem e o rendimento escolar. 
 
A merenda escolar de Pinheiral, por exemplo, esteve entre as melhores do país em 2013, como uma das 54 finalistas do Prêmio Gestor Eficiente da Merenda Escolar, uma iniciativa da ONG Ação Fome Zero (AFZ). Segundo o nutricionista e responsável técnico pelo Programa de Alimentação Escolar da cidade, Fernando Antônio Cabral de Sousa Júnior, todo o processo, desde a aquisição de gêneros alimentícios até a elaboração de cardápios e educação nutricional, fica sob a responsabilidade do nutricionista. “Após elaborar o cardápio, é feito o processo de compra e licitação para executar o programa, distribuindo os gêneros nas escolas de acordo com os cardápios previamente elaborados para cada uma”, ressalta o nutricionista que também é professor e coordenador do curso de Nutrição do UBM - Centro Universitário de Barra Mansa.
 
Além disso, ele explica que os cardápios devem atender parcialmente as necessidades nutricionais de uma criança dentro da unidade escolar, de acordo com o período em que ela estuda e sua faixa etária, junto também às necessidades específicas e patologias que elas apresentarem como, por exemplo, intolerância à lactose, diabetes ou alergia ao glúten, elaborando cardápios apropriados para esses grupos. “Todo o planejamento para a execução do programa vai depender de um diagnóstico nutricional. Este é um programa extremamente completo, porque o profissional nutricionista que atua nessa área vai ter que desenvolver todas as habilidades e competências que a graduação oferece enquanto acadêmico”, completa.
 
O nutricionista é quem planeja, administra e coordena programas de alimentação, sugerindo pratos que atendam às necessidades nutricionais pessoais ou coletivas. O curso de Nutrição integra o vestibular 2018.1 do UBM, que já está aberto. Para saber mais sobre a profissão e se inscrever no vestibular, as informações estão disponíveis pelo site web.ubm.br.
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