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Abertura do V CONIDIR discute as transformações constitucionais e os impactos na América Latina

26.out.2017

A abertura do V CONIDIR (Congresso de Direito) do UBM — Centro Universitário de Barra Mansa — aconteceu na noite de quarta-feira (25), no Cine 9 de Abril, em Volta Redonda e contou com a presença do Prof. Doutor Flávio Martins, que trouxe para evento a palestra “O Novo Constitucionalismo Latino-Americano”.  Na ocasião, ele debateu sobre o tema com alunos do curso da instituição e profissionais da área e também participou de um momento de autógrafos do seu livro “Curso de Direito Constitucional”, que foi lançado no local.
 
Com uma plateia lotada e muito atenciosa, Flávio teve a oportunidade de levantar questões sociais e explicar o motivo pelo qual quis trazer o tema para discussão.
 
“O Direito Constitucional, no meu entender, é uma das disciplinas mais importante do Direito e, hoje em dia, até o povo de maneira geral sabe o que é a Constituição. Nós da área sabemos da importância que a Constituição tem para a construção do país, para a mudança do país. O Brasil passa hoje por tantas crises políticas, econômicas, morais e até mesmo jurídicas e, por meio da Constituição, nós do Direito conseguimos corrigir esse país. Portanto, um dos objetivos da minha palestra é mostrar para os alunos e para os profissionais da área que nós não podemos ser apenas coadjuvantes no cenário político. Nós podemos ser protagonistas”, falou.
 
Questionado sobre qual seria o real objetivo deste novo constitucionalismo, o professor cita um dado da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico), em que, num ranking com 37 países avaliados, o Brasil ficou na penúltima posição no gasto da educação. Ele acrescenta ainda que a proposta deste novo constitucionalismo é colocar o cidadão em papel ativo e não apenas em um papel passivo.
 
“O brasileiro, na sua grande maioria, acredita que a democracia acontece de quatro em quatro anos com a eleição e o problema que a democracia verdadeira não é só essa. A democracia verdadeira é aquela que acontece também entre as eleições. É o cidadão agindo e interferindo. Sabemos do nosso problema de educação. Então, exigir que o povo brasileiro de maneira geral saiba como agir diante dessas incertezas e diante dos desmandos políticos é uma crueldade, já que o povo muitas vezes não teve a cultura e educação para isso. A mensagem principal que eu deixo é que nós profissionais e futuros profissionais da área saibamos como agir, nós temos as armas. Então, portanto é um momento de nós agirmos e não nos calarmos porque o silêncio é a única coisa que nos é vedada”, ressaltou.
 
O CONIDIR continua nesta quinta-feira (26) com apresentação de trabalhos orais e em pôsteres de acadêmicos, no Campus Cicuta, a partir das 18h30.
 
Na sexta-feira (27), o encerramento volta a ser realizado no Cine 9 de Abril. Ele contará com uma mesa redonda que discutirá o tema “Direito internacional: a situação dos refugiados”. O evento será a partir das 18h e terá a presença dos professores Doutor Raphael Carvalho de Vasconcelos, Doutora Juliana Neuenschwander Magalhães e Dr. Pablo Jiménez Serrano.
 
 
 
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