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Quem faz a F1?

19.jul.2017

No último fim de semana, aconteceu o GP da Inglaterra, 10ª etapa da temporada 2017 do mundial de Fórmula 1. O campeonato é conhecido mundialmente e é um dos maiores do automobilismo. Mas, diferente de outras modalidades esportivas, as corridas não dependem inteiramente de preparo físico, mental ou de treinos intensos. Nesse ramo, o que também conta — e muito — é o desempenho dos veículos pilotados. Por isso, existem diversos profissionais por trás de toda logística das competições, mas um deles é essencial: o engenheiro mecânico.
 
Na década de 1960, com a chegada da aerodinâmica, foram desenvolvidos motores mais potentes e velozes e pneus especiais. Os construtores — equipes responsáveis pelos carros e toda gestão de seus pilotos - também passaram a ser premiados. Com isso, investir em automobilística não era mais questão de lazer ou entretenimento, mas de negócio. E um negócio caro. Hoje, o ramo automobilístico é uma das áreas em ênfase entre as atuações na operação e manutenção dos segmentos dentro e fora do país.
 
“É importante destacar também que, em tempos atuais, estamos pensando em energias alternativas. Precisamos criar carros que utilizem esses combustíveis, como a energia elétrica e até mesmo hidrogênio ou criar turbinas eólicas para a produção de energia por meio do vento, por exemplo, e as descobertas na nanotecnologia e em microssistemas pedem engenheiros capacitados a criar equipamentos cada vez menores e mais eficientes”, lembra o engenheiro e coordenador do curso de Engenharia Mecânica do UBM - Centro Universitário de Barra Mansa -, professor Fernando da Silva Santos.
 
O engenheiro é também aquele que, além de projetar os motores, realiza testes e prevê falhas antes mesmo de os carros irem para as pistas. E faz também a manutenção durante todo o processo de uso dessas máquinas, pois existem diversos fatores que influenciam o desempenho de um carro, como a pista molhada ou seca, temperatura mais alta ou mais baixa e afins.
 
A 68ª temporada da Fórmula 1 passa pelo Brasil em novembro, no autódromo de Interlagos (SP), e encerra em Abu Dhabi (Emirados Árabes), no dia 26 de novembro.
 
Para ingressar na carreira
 
Um engenheiro mecânico se forma em cinco anos, tempo em que o mercado promete esquentar, segundo projeções da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea). Após quatro anos de retração, a organização aposta em uma alta do mercado e da produção a partir deste ano.
 
Os interessados na carreira devem se qualificar em vários níveis, começando pela graduação. No UBM, as inscrições para o vestibular 2017.2 já estão abertas. Para a área de exatas, a instituição oferece os cursos de Engenharia Mecânica, Civil e Elétrica. Mais informações no site web.ubm.br ou pelo telefone (24) 3325-0247.
 
 
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