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“Quem vê cara, não vê coração”

09.mar.2017

Divulgação
Dos últimos cinco anos até hoje, o Brasil tem estado presente nos rankings mundiais dos países que mais realizam cirurgias estéticas. No entanto, é importante frisar que nem sempre um tratamento estético é sinônimo de embelezamento, mas de saúde e bem-estar clínicos.

Segundo dados do IBGE, o setor de higiene pessoal, perfumaria e cosméticos corresponde a 1,8% do PIB brasileiro. Mesmo com a economia nacional instável, a indústria da estética é um dos setores que mais se desenvolvem em todo o país e chega a ter um crescimento anual de 113%, conforme dados da Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos (ABIHPEC). No último levantamento realizado pela Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica e Estética (ISAPS), foi constatado que cerca de 1,22 milhão de cirurgias estéticas foram realizadas no ano de 2015.

Porém, nessas estatísticas, as cirurgias de reparo não são separadas de procedimentos puramente estéticos como as lipoaspirações e os implantes de silicone, que lideram as listas. As massagens terapêuticas, por exemplo, são tratamentos estéticos que nem sempre visam à beleza física, mas ao reparo de danos internos, assim como os produtos e técnicas para remoção de manchas na pele causadas pelo sol, que podem até levar ao câncer de pele.

Por isso, é importante que todas as intervenções estéticas, cirúrgicas ou não, sejam prescritas por médicos. Vale lembrar que nenhum procedimento substitui uma alimentação rica em substâncias que o organismo precisa e que o histórico de saúde do paciente, assim como seus hábitos e rotina, deve ser levado em consideração. Portanto, antes de se submeter a qualquer procedimento, é importante que o médico especialista, como um esteticista, seja consultado. Antes de escolher um cirurgião plástico, é importante saber também se ele é um profissional credenciado na Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica e que os únicos que podem executar procedimentos invasivos na área estética são o médico e o dentista, cada um em sua especialidade de atuação.

Em meio a esse cenário, os profissionais se sentem otimistas e buscam cada vez mais por especializações. “Quando falamos na especialização profissional, não estamos nos referindo apenas no treinamento do manuseio dos equipamentos. Isso também é importante, mas é necessário conhecer profundamente os mecanismos de ação dos procedimentos, particularidades de cada indivíduo, situações clínicas em que não são apropriados, possíveis intercorrências e como agir nestes casos. A eficácia do tratamento é importante, mas a segurança do cliente é fundamental, e isso não se aprende em cursos de curta duração”, comenta o professor Giovanni Schettino, farmacêutico, bioengenheiro e doutorando em engenharia biomédica, que é também o coordenador da pós-graduação em Saúde e Estética, uma aposta do UBM - Centro Universitário de Barra Mansa - para o mercado da estética na região sul fluminense.

O curso conta com módulos sobre gestão aplicada a clínicas de estética, metodologias e técnicas e Procedimentos Estéticos e Cosmetologia, e é direcionado a biomédicos, enfermeiros, esteticistas com curso superior, farmacêuticos e fisioterapeutas. Mais informações estão disponíveis pelo telefone (24) 3325-0247 ou no site web.ubm.br.
 
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