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Foco no mercado de trabalho começa em sala de aula

02.fev.2017

Apesar da crise, o cenário do campo das engenharias não deixou de buscar por profissionais qualificados. Segundo o coordenador do NUPIDE (Núcleo de Pesquisa, Inovação e Difusão das Engenharias) do UBM, Leonardo Vidal, “mesmo com 1,2 milhão de engenheiros em atividade atualmente, ainda falta profissional qualificado no mercado”.

Além do tradicional caminho de conseguir uma vaga em alguma empresa, o profissional também pode optar pelo empreendedorismo e investir no próprio negócio.

“Empreender vem despontando como uma das grandes oportunidades para engenheiros. O perfil dos empreendedores que vemos é bastante variado, uma vez que temos profissionais com muita experiência abrindo escritórios de engenharia, mas também há os recém-formados que estão preferindo ter o próprio negócio”, citou Vidal.

Para alcançar uma dessas vagas de sucesso, o professor Vidal garante que os acadêmicos têm que se esforçar. “Os cursos de engenharia exigem dedicação em tempo integral do aluno. São, ao todo, cinco anos de estudos intensos, horas e horas em laboratórios e muito cálculo pela frente”, comenta.

Com o objetivo de promover pesquisas e projetos no setor de engenharia, o NUPIDE oferece uma estrutura com sala própria, totalmente financiada pela FAPERJ (Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro). “Para os trabalhos que desenvolvemos, utilizamos também os laboratórios que o UBM mantém para dar suporte às aulas”, completou o coordenador do Núcleo.

Entre os trabalhos já desenvolvidos pelo NUPIDE, Vidal cita o projeto apresentado à Light, que propõe a eficiência energética do UBM tornando o Campus Cicuta autônomo na geração de energia. O empreendimento também propõe uma economia de 35% da conta global da instituição. “Além disso, para 2017, lançaremos o Escritório de Projetos, que será outra estrutura para gerar projetos, fomentos e propiciar o desenvolvimento de nossos alunos”, apontou.
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