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Encontro Sobre Arte e Etnicidade lota o Salão Nobre do UBM

11.mai.2016

O primeiro Encontro Sobre Arte e Etnicidade promovido pelo UBM – Centro Universitário de Barra Mansa – reuniu, no Salão Nobre Professor Jayme Dantas na noite desta quarta-feira (10), alunos dos cursos de Música, Jornalismo, Pedagogia e Direito. O evento contou com a palestra do músico e estudioso Carlos Henrique Machado de Freitas que falou “Sobre o Vale dos Tambores: pesquisa e música”.
O palestrante abordou a etnicidade ao falar sobre a evolução da música e os usos dos instrumentos e canções ao longo do tempo, inclusive na atualidade. Ele explicou que a música é livre e quem a mantém viva são as pessoas que a fazem. “As instituições não têm memória, mas o povo tem e foi ele quem fez o samba permanecer e chegar até hoje”, comentou o músico ao lembrar-se do período em que a música brasileira foi proibida de ser tocada nas rádios.
Como professor, compositor e pesquisador, Carlos Henrique desenvolveu um trabalho sobre o samba na região conhecido como Projeto Vale dos Tambores em que abordou o surgimento do samba e da contribuição dos negros da região para que o ritmo se perpetuasse.
O evento faz parte de um projeto que abrange outras atividades destinadas a discutir a questões dos Direitos Humanos e Etnicidade no UBM. Entre elas, está o Cine Clube UBM, que teve sua primeira edição em abril, com a exibição do filme “12 Anos de Escravidão”. E a próxima será no dia 16 de junho com o filme “Histórias Cruzadas”.
Ainda para dar espaço à temática etnicidade, a Diretoria de Extensão e Relações Comunitárias do UBM está ofertando um curso de extensão com o tema: “Educação Para as Relações Étnico-Raciais: Algumas Práticas Educativas”. As inscrições para esse curso seguem até dia 28 de junho e podem ser feitas no atendimento da Diretoria de Extensão. “Essas atividades fazem parte de um projeto articulado entre a Extensão e o Núcleo Pedagógico, sob a coordenação da professora Marlene Fernandes, e essa parceria viabilizará o debate dessas temáticas em toda a instituição, como uma política educacional”, explicou a professora Beatriz Pacheco que também está na organização, junto à professora Marlene.
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