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Notícias

Boas Novas para a região Sul Fluminense: Barra Mansa terá Parque Tecnológico

15.dez.2015

Aconteceu na semana passada, no Campus Barra Mansa, um café da manhã que oficializou a parceria e o apoio do UBM no processo de idealização e instalação do Parque Tecnológico na Região Sul Fluminense. Um projeto da Associação de Pesquisadores em Prol da Tecnologia e Inovação do Sul Fluminense em parceria com a Firjan - Federação das Indústrias do Estado do Rio. Umas das maiores possibilidades de inovação e empreendedorismo no ramo tecnológico do sul do estado.

Estiveram presente no encontro o Diretor Executivo, Egon Schramm, o Diretor de Extensão e Relações Comunitárias do UBM, Fernando Vitorino, Coordenador do NUPID - Núcleo de Pesquisa, Inovação e Difusão dos Cursos de Engenharia, Leonardo Vidal, a Coordenadora de Ensino de Graduação, Rosali Gomes Maciel, Jocelio de Souza Maciel Supervisor de Pesquisa, o Consultor do UBM Marcus Vinícius Anatocles da Silva Ferreira, o presidente da Firjan, Edvaldo Xavier (Fafal)  e o Presidente da Associação dos Pesquisadores,  Alexandre José da Silva, fez a apresentação aos que foi quem apresentou o projeto e entregou as propostas do programa para os colaboradores da instituição.

“Temos a expectativa de tornarmos o parque operacional em oito anos. O parque é basicamente para apoiar o setor industrial a enfrentar os desafios que a globalização impõe, uma necessidade de desenvolvimento de tecnologia e inovação. O setor acadêmico vem como apoio, Com a base de conhecimento. as indústrias do século XXI terão sustentação no conhecimento e na tecnologia, assim precisamos aproximar o setor industrial do setor acadêmico. Existe a necessidade de uma estrutura onde esses dois setores possam trabalhar e o parque tecnológico vem para complementar, oferecer uma estrutura de desenvolvimento de projetos entre o setor industrial e o setor acadêmico”, afirma o Professor e Presidente da Associação dos Pesquisadores, Alexandre José da Silva.
 
A forte presença acadêmica e o ambiente industrial na região são fatores positivos que cercam essa proposta de benefícios. “Temos muitos pontos positivos em relação a esse projeto, acho que seremos um ponto de referência. Vamos começar a mudar a história do Sul Fluminense e as empresas vão ter a oportunidade de se relacionarem melhor, tanto com o conhecimento que a universidade pode trazer quanto desenvolver novas tecnologias, para acompanhar as mudanças. A localização também é favorável ao crescimento, o terreno se encontra num ponto central, próximo aos municípios que, nós da Firjan, representamos.” Fafal
 
O parque Tecnológico do Sul Fluminense será instalado em um terreno de aproximadamente 200 mil metros quadrados, às margens da Rodovia Presidente Dutra. Inicialmente, a captação de recursos pleiteada para a FAPERJ - Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro é de cerca de R$ 2 milhões para a construção de uma unidade administrativa e de um centro de treinamento. 
Fernando Vitorino, Diretor de Extensão e Relações Comunitárias do UBM, percebe essa iniciativa como uma promoção para desenvolvimento regional. “Eu acredito que é chegado o momento das instituições de ensino superior se aproximarem para se criar uma percepção de valor, e esse projeto une o setor produtivo, as instituições de ensino e os órgãos públicos. Para a comunidade acadêmica, esta é uma grande oportunidade visando a troca de experiências e de conhecimentos, além da possibilidade de desenvolvimento de projetos específicos com vista às demandas do setor produtivo. “
 
A implantação de um Projeto tecnológico na região do média Paraíba do Sul buscou o apoio de grandes empresas da região para viabilizar sua instalação. Egon Schramm, Diretor Executivo do Centro Universitário de Barra Mansa, ressalta a importância dessa parceria para o UBM: “Uma instituição de ensino superior localizada no município onde vai ser instalado o parque não pode ficar de fora desse projeto. O UBM é gerador de conhecimento e como tal é fundamental contribuir para a realização da instalação desse ramo tecnológico e, futuramente, vamos ter interesses específicos, quem sabe até nos instalarmos lá com algum tipo de laboratório, mas ainda não tem nada definido”.
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